10/01/2018

Querido 2018


O ano de 2018 chegou faz alguns dias, e eu não poderia estar mais feliz. Sou daquelas que ama o Ano-Novo pela atmosfera que se instala em mim e nas pessoas ao meu redor; aquela faísca que pode representar mudanças, decisões e quebra de importantes barreiras. Embora eu esteja criando cada vez mais consciência de que o ano novo é a gente que faz, é sempre bom ter um empurrãozinho para começar os próximos 365 dias de coração e mente abertos. 

2017 foi, particularmente, um ano incrível pra mim. Pude viajar no meu aniversário, conhecer um ponto de São Paulo em que eu nunca havia ido (o Theatro Municipal), fazer um tratamento dermatológico que me trouxe grandes resultados, entre tantas outras coisas maravilhosas e inesperadas. Minha lista de shows aumentou, assim como a de idas ao cinema; tive mais certeza do que queria fazer na faculdade, e consegui passar em duas particulares ocupando ótimas colocações. 

Quando 2017 chegou, vi muitas pessoas dizendo que esse seria o ano do encerramento de ciclos, e senti na pele a dor das despedidas e a sensação de dever cumprido. Me formei no Ensino Médio, e agora sou oficialmente, também, Técnica em Multimídia. Finalizei meu estágio e não peguei nenhuma recuperação durante os meus anos de colégio. Infelizmente, também encerrei amizades, mas sei que as lembranças boas que ficaram comigo irão preencher o meu coração e a minha memória ao longo da minha vida. 

Descobri um método de organização novo, que estou colocando em prática; não li os livros da minha estante, mas pude assistir e maratonar diversas séries. Reencontrei pessoas que já fizeram parte do meu caminho, e hoje sei que eles sempre continuaram ao meu lado, de alguma maneira. Aliás, (re)descobri amigos que eu nem fazia ideia que tinha, e nunca serei capaz de expressar apropriadamente minha gratidão por tê-los ao meu lado. 

2017 me deixou, ainda, diversos aprendizados, seja por minhas ações ou de outros ao meu redor. Claro, não vou dizer que os aprendi completamente, mas estou em um processo diário de aplicá-los em minha vida. Estou, aos poucos, percebendo que tentar levar a vida mirando a perfeição é algo frustrante e autodestrutivo; o importante é vibrar com os acertos, reconhecer os erros e procurar ser uma pessoa melhor do que aquela que fui ontem. 

E quando a contagem regressiva se encerrou, na virada do dia 31 de Dezembro, eu pude olhar ao meu redor e sentir que as portas fechadas ao longo daquele ano representarão grandes e novas oportunidades nesse ano que acabou de chegar. Talvez, escrevendo esse texto, eu esteja virando a última página de 2017 – ainda que tardiamente – para entregar-me de corpo e alma ao que pode – e será – o melhor ano da minha vida até agora.

Fonte: Pinterest

Porque, para que o ano seja incrível, basta apenas eu querer. 

Pode vir, 2018. Que eu te faça um conjunto de experiências lindas, aprendizados ricos e oportunidades memoráveis.

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