17/09/2016

Eu fui: Lançamento do livro "As Coisas Mais Legais do Mundo"


Poucas coisas na vida são mais incríveis do que encontrar pessoalmente alguém que você admira. Normalmente, não é um momento que dura mais que alguns minutinhos, mas a sensação que fica no coração é inexplicável. Poder agradecer pela inspiração – seja na área pessoal, profissional, familiar, sentimental... – falando nos olhos é algo pra guardar com carinho lá no fundinho do peito. E é nesse clima maravilhoso que escrevo o post de hoje: para contar um pouquinho sobre como foi conhecer a Karol Pinheiro, no lançamento do seu primeiro livro “As Coisas Mais Legais do Mundo”.

A Karol é uma blogueira que eu acompanho há bastante tempo. Lembro vagamente do blog dela na Capricho e do seu trabalho na área de comportamento da revista, mas foi com o blog Karol Pinheiro que eu passei a acompanhá-la, lá na época do seu intercâmbio pra Nova York. Ela é o tipo de blogueira que eu tenho como inspiração pra tudo: como amiga, como escritora, como profissional e como pessoa.

Quando vi que ela ia lançar um livro de crônicas, fiquei muito animada. Afinal, ela coloca o coração em tudo que faz, então com o livro não seria diferente. Ia saindo detalhes do conteúdo, assim como o título e a capa, e eu mal podia esperar para lê-lo. Pra completar minha animação, só faltou ela anunciar uma turnê de lançamento. E não é que isso aconteceu? Vendo as datas e os horários, achei um evento em São Paulo que super rolaria de eu ir, então foi expectativa a mil até o dia chegar.

O lançamento ocorreu em um sábado, no dia 16 de julho, no shopping Pátio Paulista. Com a distribuição das senhas às 13h, o evento só começaria duas horas depois, então nem pensei em chegar tão cedo. Erro meu! Quando eu entrei na Saraiva, perto do meio-dia, já tinha muita gente na fila. O segurança estimava cerca de 200 pessoas naquele horário, e só chegava mais gente.


Às 13h, as senhas começaram a ser distribuídas, e cerca de meia hora depois, consegui a minha. Fiquei tranquila, pois a partir daquele momento tinha meu espacinho reservado para falar com a Karol dali a algumas horas. Almocei, e por volta das 16h, voltei à livraria, entrando na fila cerca de uma hora depois.

Acabei fazendo amizade com as meninas que estavam perto de mim, então foi muito divertido compartilhar as expectativas para aquele momentinho com a Karol. A fila foi andando e o meu surto só aumentava. Quando fui direcionada à salinha onde ela estava, a ficha caiu e eu realmente percebi que estava pertinho dela.



Depois de uns minutos – que duraram anos, haha! -, chegou a minha vez de cumprimentar a Karol. Ela estava maravilhosa, e foi logo me dando um abraço. Pude então retribuir o carinho e agradecê-la pelo blog, pelo livro, e por ser uma inspiração como jornalista, e ela agradeceu toda fofa! Eu aproveitei pra falar que queria seguir na carreira de crítica de cinema, o que a deixou muito surpresa, e a fez perguntar o meu filme favorito, o que me fez pirar haha! Por fim, ela autografou o livro, posou pra foto e me abraçou mais uma vez. Todas as fotos desse nosso tempinho juntas foram tiradas no meu celular, por um profissional da equipe dela – o que eu achei super válido e mega prático.





Quanto ao livro, fiquei admirada com o cuidado e o carinho em cada página e texto escrito. A ideia de torná-los interativos funcionou muito bem, e estou louca para lê-lo e preencher todos os espacinhos do meu jeito. No blog dela, estão todas as infos para comprar o livro, corram lá! Todo o sucesso do mundo pra Karol em mais esse trabalho maravilhoso! 
E esse foi o post de hoje, galera! Espero que tenham gostado! E aí: já leram o livro da Karol? Se sim, o que acharam? Comentem aí!

31/07/2016

O ano passou da metade, e agora?



Pra mim, julho é um mês de extremos. Ele é a junção da alegria em estar de férias com a constante – e desesperadora – sensação de que eu não fiz nada nesse meio ano que passou. Eu tento me cobrar cada vez menos quanto a isso, mas é inevitável ter essa sensação de vez em quando. Dia desses, quando esse feeling apareceu, resolvi espairecer e acabei montando uma listinha de coisas que me ajudam a ver a metade do ano (a que passou e a que está por vir) de um jeito muito mais positivo. Acabei gostando tanto que decidi compartilhá-la com vocês aqui no blog! Espero que gostem!

1. Reveja – e se precisar, mude! – sua lista de metas
Peguei o hábito de fazer uma mega lista de coisinhas pra realizar, a cada ano, há uns três anos. Ela me ajuda a ver como eu quero encarar o ano que está começando e qual será o meu foco. Mas isso não significa que eu vou manter os mesmos objetivos por 365 dias. A metade do ano é um bom período pra rever as metas e concluir que você progrediu, além de aproveitar pra pensar sobre quais outros objetivos você quer alcançar, estando na lista ou não.

2. Trace suas prioridades – e crie um plano para alcançá-las
Procrastinação é uma droga. Imprevistos são complicados. Agora que metade do ano passou, você já consegue ver o que está funcionando ou não pra você. Vejamos: você está indo bem no colégio, mas a matéria de química ficou acumulada, por exemplo? Trace um plano pra dedicar os primeiros dias de aula para estudar a matéria, e com o horário das suas aulas, ter 30 minutinhos pra estudar todos os dias. Conhecer as cartas que estão na sua mão é a melhor maneira de bolar uma estratégia para jogá-las, e então, ganhar o jogo.


3. Faça uma pausa
Às vezes, tanta coisa acontece no nosso caminho que acabamos perdendo o foco e o fôlego para concentramos em nós mesmos. Isso não significa que você não consegue ser produtivo, ou que a vida não merece ser vivida; apenas quer dizer que você não é uma máquina ligada nos 220 volts. Um pouco de ar fresco, umas horas sem o celular, ou simplesmente um banho quente fazem bem quando se precisa colocar a cabeça em ordem, pra depois seguir em frente com força total!

4. Um dia a mais
Ser negativo não tá com nada. Além de fazer com que você só veja um lado da situação (infelizmente, o pior lado) e carregue uma energia mega pesada, toda essa negatividade te deixa estagnado e sem qualquer motivação. Uma mudança de mentalidade, às vezes, é o empurrão que precisamos pra ver o mundo de outra forma. Não encare o dia que passa como “um dia a menos”, uma oportunidade perdida de fazer tudo aquilo que você queria; passe a encarar o dia que nasce como “um dia a mais”, uma nova oportunidade de correr atrás do que você quer. Além de deixar a vista a mais clara, o coração fica mais leve!

5. Let’s do this!
Agora vem o momento de levantar do sofá e correr atrás dos planos. Essa é provavelmente a dica mais clichê de todas, mas é verdade: ninguém vai realizar os nossos planos pra gente, então não adianta esperar algum resultado se você não correr atrás. Por isso, depois de ver as metas, traçar os planos e respirar bem fundo, é hora de partir pra ação! Já adianto: vão ter momentos de preguiça, a vontade de desistir pode aparecer, mas com certeza, no fim do ano, tudo vai valer a pena!
Esse foi o post de hoje, galera! Espero que essas dicas possam ajudar vocês de alguma forma! Ah, e me contem: como está o ano de vocês? Já alcançaram alguma meta que traçaram no início do ano? Contem aí nos comentários!

01/05/2016

Inspiração

Imagem de nature, flowers, and green

Hoje é o primeiro dia de maio, e de repente me deu uma vontade de vir aqui e escrever pra vocês. Não que eu tenha esquecido do blog - não tem um dia em que eu não entre aqui! -, mas há tanta coisa acontecendo que eu preferi parar um pouco, respirar fundo, e (tentar) colocar as coisas no lugar com calma. Acho que todos nós, vez ou outra, devemos nos dar esses momentos para desacelerarmos um pouco.

Acho que não seria lá tão surpreendente se eu dissesse que a causa principal desse afastamento é o colégio. Estudar em período integral é desgastante, faz com que o colégio seja a única coisa na sua cabeça, e tira qualquer motivação que você tenha pra fazer algo fora das obrigações escolares. Eu sei, eu sei: nada de novo sob o sol. Mas nas últimas semanas, eu realmente estou tentando absorver o máximo de experiências com o colégio, seja as surpresas com as notas, as pessoas com quem comecei a conversar, e até mesmo os simulados de sábado. Eu meio que cansei de ficar me lamentando por todo esse desgaste. Claro, há sempre momentos de recaída, mas eu não havia percebido o quanto eu posso aprender nessa caminhada toda.

Dia desses, alguém no meu facebook postou que passamos do 101º dia do ano. Eu fiquei muito tempo com isso na cabeça, porque comecei a me questionar se isso era bom ou ruim. Não cheguei a nenhuma conclusão estruturada, mas percebi que o tempo é aquilo que nós fazemos dele. Sem essa de tentar mudar aquilo que já aconteceu, e sim fazer o melhor com o tempo que é nos dado. Ora, se não dá pra mudar o tempo que eu passo no colégio e com todos os trabalhos do curso, eu pelo menos posso aproveitá-lo da melhor maneira possível, não é?

Eu realmente estou cansada. Mas é aquele cansaço com sensação de dever cumprido, sabe? Eu estou saindo mais, lendo mais, dando segundas chances (e largando de vez) para diversas coisas na minha vida, e de certo modo, relaxando mais. Isso não quer dizer que eu tenha encontrado paz - longe disso! -, mas pelo menos eu não me sinto mais tão estagnada.

Está tudo bem em ter que dar uma pausa de vez em quando. É normal sentir a respiração meio acelerada, a cabeça meio cansada, e parar pra tomar um ar. Porque isso diz respeito a unicamente você - e no fim, é isso que realmente importa.

É isso. Aos poucos, eu vou me acalmando no meio dessa confusão - na minha cama, nas minhas notas, na minha bolsa, na minha cabeça. Mas eu tô bem. E é isso que conta, no fim do dia :)


14/03/2016

Sobre o Dia Da Mulher, feminismo e sororidade



O feminismo é com certeza a pauta que eu mais quero comentar aqui no blog, porém fiquei com um pé atrás durante muito tempo. Antes, achava que era por conta do fato de eu não saber tanto sobre o assunto, mas percebi que era pelo medo do julgamento das pessoas ao saberem que eu sou feminista. E olhem só: esse medo é justamente o que me fez vir aqui e começar esse texto; é só batendo de frente que eu vou conseguir realmente ver e expressar a importância do assunto. Já aviso que o post vai ser longo.

Não cresci em um ambiente livre de machismo (e acho que ninguém cresceu). As desculpas de que devia fazer x e falar y "porque eu era menina" nunca entraram na cabeça dessa garota que hoje vos escreve. A inveja da liberdade do irmão e o questionamento de por que a vida dos meninos com quem eu convivia parecia muito mais fácil eram alguns dos motivos pelos quais eu sempre me perguntei o que havia de errado comigo.

"Você é muito inteligente pra uma garota"
"Você não pode porque é menina"
"Senta como uma mocinha"
"Menina tem que ser educada"
"Como assim não quer ter filhos?"

Eu poderia passar horas listando essas frases.

Conforme fui crescendo, percebi que o problema não afetava só a mim, mas sim todas as mulheres, como um todo. Nos diminuem como pessoas, e nos colocam em uma posição onde precisamos dos homens e odiamos as mulheres à nossa volta. "Não há nada pra questionar; é assim e ponto". Limitam nossa visão, e achamos errado se vislumbramos o horizonte; será que tem algo além dele?

Eu queria, com todas as minhas forças, acreditar que eu não estava sozinha. E eu não estou.



O Dia da Mulher veio como lembrança dessa luta contra as correntes que nos prendem. Em 8 de março de 1857, trabalhadores de uma indústria têxtil de Nova York fizeram greve por melhores condições de trabalho e igualdades de direitos trabalhistas para as mulheres, que foi reprimida fortemente. Mas foi em 25 de março de 1911 que ocorreu o que muitos consideram o marco do Dia da Mulher: o incêndio em uma fábrica têxtil em NY que resultou na morte de cerca de 125 operárias.

O que muitos transformam em um dia de "eu nunca me dei ao trabalho de respeitá-la, mas toma aqui uma rosa", eu vejo como uma marca que todas nós carregamos: se há um Dia da Mulher, o resto dos dias continuam sendo dos homens. E nós não temos que aceitar isso; é aí que o feminismo entra.

O feminismo entra para nos lembrar que: nós devemos ter o direito de escolha sobre o nosso corpo; nós não temos que nos encaixar em padrão estético/comportamental nenhum; nós podemos seguir em qualquer área no mercado de trabalho e devemos ganhar o mesmo que os homens de mesmo cargo; o estupro nunca é nossa culpa; a cantada é uma forma de assédio intolerável, e incômodo que ela causa não é "coisa da nossa cabeça"; as outras mulheres não são inimigas; não há nada de errado em não ter o casamento ou a maternidade como meta pessoal; não devemos aceitar a objetificação que sofremos pela mídia e disseminada por muitos homens; e acima de tudo, a união faz a força.

Não merecemos respeito por aguentar andar de salto, menstruar, ou conciliar o trabalho com a vida maternal (?). Merecemos respeito por sermos - podem ficar chocados - pessoas.

Que o Dia da Mulher tenha sido uma lembrança, uma cicatriz de toda a luta que passamos e de tudo aquilo que s mulheres antes de nós enfrentaram para conquistar aquilo que temos. Mas que também tenha sido um incentivo a nunca pararmos de lutar - ainda temos muita coisa pra conquistar.

"As mulheres são como as águas: crescem quando se encontram".

06/03/2016

Oscar 2016: os melhores momentos da premiação!



Já faz um tempinho que eu perdi o pique para virar fins de semana assistindo às premiações que rolam por todo o mundo, mas tem algumas que ainda são minhas queridinhas, e uma delas é o Oscar. Embora ele não seja exatamente sinônimo de qualidade ou justiça na indústria cinematográfica, querendo ou não, o prêmio ainda significa muito quando se trata de nomear os destaques do cinema naquele ano.

No ano passado, não pude ver a premiação, mas nesse ano, nem mesmo o horário e as 10 aulas do dia seguinte me impediram de ver a entrega do prêmio mais conhecido do cinema. E cá estou eu,  no post de hoje, numerando os meus cinco momentos favoritos da premiação. Espero que gostem!

1. Chris Rock como apresentador


Logo depois que anunciaram os indicados no começo do ano, o Oscar se viu lidando com uma discussão que já deveria ter sido levantada há muito tempo: o racismo na indústria cinematográfica. Embora o problema não esteja exatamente no Oscar, a ausência de atores negros indicados ao prêmio só reflete a ausência de papéis negros na indústria, e nesse ano, essa pauta foi levantada entre o público. O papel de discutir o tema ficou com o Chris Rock, o apresentador da noite, que não perdeu a oportunidade (na medida do possível, claro) de alfinetar e satirizar a questão que, há muito tempo, é só mais um reflexo da desigualdade presente não só na indústria do entretenimento, como no mundo. Arrasou!

2. Os droides de Star Wars


O filme mais recente da queridíssima saga Star Wars foi indicado a 5 Oscars e quem marcou presença na premiação foram os droides R2-D2, C-3PO e BB8. Com o bom humor característico deles, C-3PO já chegou falando - demais, por sinal! -, dando bronca no R2-D2 e elogiando John Williams, o responsável pela trilha sonora do filme. Os droides arrancaram risada de todos, mas dava pra ver que Jacob Tremblay, de "O Quarto de Jack", foi quem ficou mais encantado por eles! Muito fofo!

3. A apresentação de Lady Gaga




Não há como negar que esse ano será da Lady Gaga. A cantora, que já ganhou um Globo de Ouro pelo seu papel em American Horror Story, foi indicada à Melhor Canção Original pela música "Til It Happens To You", e se apresentou na premiação. E que performance foi aquela, gente do céu! A composição, que aborda o tema do abuso sexual, já ficou comovente só com a voz e o piano, porém, quando as vítimas de abuso entraram no palco de mãos dadas, formando uma incrível corrente, foi impossível controlar a emoção! A música pode não ter ganhado o Oscar, mas com certeza cumpriu seu papel ao emocionar muita gente!

4. Os agradecimentos de Ennio Morricone


Uma das surpresas mais agradáveis da noite foi com certeza a vitória - inédita! - do italiano Ennio Morricone, na categoria Melhor Trilha Sonora. O nome pode soar estranho pra muita gente, mas não se enganem: Morricone coleciona mais de 450 composições em seus 87 anos de vida, e ganhou o prêmio depois de sua sexta indicação. Ele dedicou o Oscar à sua mulher e ficou emocionado ao agradecer à Academia pela honra de receber a estatueta. Amei demais!

5. A vitória do Leonardo DiCaprio


Só de lembrar desse momento, fico toda emocionada! Não é novidade que o Leonardo DiCaprio é o meu ator favorito e um dos maiores amores da minha vida, confesso. O ator, que havia sido indicado quatro vezes e não levou o prêmio em nenhuma delas, teve sua quinta indicação pelo filme O Regresso, e mais uma vez, era visto como o favorito da noite.

Depois de três horas de premiação, sua categoria foi anunciada, e assim que seu nome foi dito pela Julianne Moore, eu podia jurar que o mundo ia explodir, hehe! Ele, que nunca fez questão de prêmios e se mostrou muito surpreso em finalmente ter seu merecido Oscar em mãos, agradeceu à toda produção do filme, aos diretores que o ajudaram a ser o ator que é hoje, aos seus pais e amigos. Mas não ficou só por isso não! Ele aproveitou também para alertar os espectadores sobre a mudança climática que vem assolando o planeta, e o quanto nós devemos encará-la com seriedade, apoiando vozes guiadas pela vontade de mudar, e não pela ganância. Ovacionado por toda a plateia, a cereja do bolo foi com certeza a reação da Kate Winslet ao ver o Leo finalmente recebendo o prêmio. Não sei se irei superar tão cedo!
E esse foi o post de hoje, gente! Espero que tenham gostado! Contem aí nos comentários: viram o Oscar? Se sim, o que acharam? Também surtaram com a vitória do Leo? Demorei para postar por conta da semana de prova/entrega de trabalhos, mas já tô voltando à ativa! \o/

18/02/2016

As tirinhas de Sarah Andersen

Imagem de pencil, aesthetic, and art

Sempre amei conhecer novos artistas na internet. Acho que esse espaço é gigante e bem democrático quando se trata de expor suas criações e aquilo que elas representam pra você. Há tantas maneiras positivas de expressar o que pensa, e nada mais legal quando alguém se identifica com aquilo que você mostra, não é? Pois bem, foi exatamente o que rolou com as tirinhas dessa artista, e eu achei super válido compartilhar o trabalho dela com vocês! Espero que gostem! 

A Sarah Andersen é uma cartunista americana de 23 anos, que vive atualmente no Brooklyn. As suas tirinhas, que são baseadas nos seus amigos, animais de estimação e até em si mesma, possuem traços simples e são extremamente engraçadas!

Conheci o trabalho dela através do twitter, e desde que encontrei o perfil dela no facebook e no tumblr, sempre que possível dou uma olhadinha nessas páginas para ver se tem tirinhas novas. Aqui estão selecionadas algumas das minhas tirinhas favoritas da artista pra vocês verem. E confesso: é impossível não rolar uma idenficação com a personagem, haha! 








Girls are amazing.

Para quem quiser conhecer mais da autora, aqui estão suas redes sociais:

E esse foi o post de hoje, espero que tenham gostado! Comentem aí: conheciam a artista? Qual tirinha vocês mais gostaram? Ah, e tenho um recadinho pra vocês: o blog vai diminuir um pouco a frequência de posts por conta do colégio, mas estarei sempre trazendo coisa nova pra vocês, viu? Fico feliz em ver o número de visualizações e os comentários cada vez que tem um post novo, agradeço demais vocês por isso!

14/02/2016

Eu fui: MASP - Acervo em Tansformação



A Avenida Paulista é, de longe, um dos lugares que eu mais amo ir aqui em São Paulo. Ela não é só um ponto turístico por si só, mas também tem diversas construções, travessas e pontos incríveis de se conhecer. Alguns passam despercebidos, outros chamam a atenção logo que você bate o olho, e um desses pontos é o MASP.

O Museu de Arte de São Paulo foi fundado em 1947 pelo empresário Assis Chateaubriand, sendo o primeiro museu moderno do país. Até 1968, ficava no centro da cidade, na Rua 7 de Abril, e depois foi transferido para a localização atual, sediada na Avenida Paulista. Eu sempre passei na frente do museu, mas acreditam que eu só havia entrado lá uma vez? Com as férias, decidi que era hora de mudar esse fato, então no dia 14 de janeiro, fui ao MASP com uma amiga minha.



Pra chegar lá, é só descer na Estação Trianon-Masp, da Linha Verde do Metrô e andar até o museu. Chegamos lá, e entramos logo na fila, que andou rápido. Pagamos a entrada, nos entregaram um folheto com as exposições de cada andar e subimos logo para a ver a primeira delas: Foto Cine Clube Bandeirante - Do arquivo à rede, uma exposição fotográfica maravilhosa! Mas a mostra que nós queríamos realmente ver estava no andar seguinte.

No segundo andar, fica o acervo em transformação. São 119 obras, entre pinturas e esculturas, expostos nos cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi. Ao retirar as obras da parede, o público passa a ficar mais familiarizado com elas e convidado a apreciar de sua maneira, sem um caminho ou roteiro preestabelecido - o que eu particularmente adorei! Assim que você entra no andar, se espanta com o tamanho do acervo: é enorme!











Lembro que quando eu era mais nova, jogava um jogo de tabuleiro chamado "Leilão de Arte", então, pra mim, foi meio surreal ver as obras que eu só conhecia por foto. E que obras, hein! Tinha pinturas de Rafael, Van Gogh, Portinari, Renoir, entre outros grandes artistas. É impossível não ficar fascinada pelo talento deles. É uma experiência de verdadeira imersão mesmo. Só estando lá pra ver e sentir.

Depois de vermos todo o acervo, fomos para os dois subsolos, mas não vimos todas as mostras, apenas a exposição das peças de vestuário produzidas para a Rhodia, criadas a partir da colaboração entre artistas e estilistas na década de 1960, que também era impecável. E assim fechamos o nosso dia nesse museu tão incrível!

O MASP fica na Avenida Paulista, nº 1578 e abre de terça à domingo, das 10h às 18h, ficando aberto até às 20h nas quintas-feiras. Os ingressos custam R$25,00 (inteira), mas não se preocupe: terça é de graça!
E esse foi o post de hoje, espero que tenham curtido! E aí: já foram no MASP? Se sim, o que acharam? Na cidade de vocês, tem um mega ponto turístico que vocês nunca pararam pra visitar? Aproveita o fim das férias pra mudar isso, hein!

10/02/2016

Wishlist literária da vez!

Imagem de alternative, books, and bookshelf

Toda vez que lembro do fato de eu ter lido pouquíssimo no ano passado, tenho vontade de chorar. Muitos fatores influenciaram nisso, mas confesso que a preguiça foi o maior de todos. Tendo em mente a meta de aumentar radicalmente o número de livros lidos em um ano, cá estou eu com uma wishlist literária super especial dos livros que eu quero comprar conforme eu vou lendo aqueles que estão parados na minha estante. Já vou avisando que esses são só alguns, viu? A lista está ficando cada vez maior haha!

2. Fangirl - Rainbow Rowell | R$ 25,90
5. Garota Online - Zoe Sugg | R$ 19,50
7. After - Anna Todd | R$ 21,90

E aí, qual eu devo comprar primeiro?
Espero que tenham gostado do post! Estou aberta a sugestões de livro: qual foi o melhor livro que você leu nos últimos tempos? Fala aí nos comentários, amo receber sugestões pra aumentar minha wishlist!

07/02/2016

Para assistir: O Regresso



O Oscar desse ano está chegando, e mais uma vez, nosso queridíssimo Leonardo DiCaprio está indicado à categoria de Melhor Ator. O filme que tornou essa indicação possível, O Regresso, estreou aqui no Brasil na última quinta-feira, 04/02, e é claro que eu não iria perder a oportunidade de ver um trabalho do meu ator favorito no cinema, não é? Pois bem, na sexta, fui assistir ao filme com meu irmão, e fiquei tão encantada pela produção que achei mega válido fazer um post especial sobre o longa aqui no blog! Espero que gostem!

O Regresso é ambientado em 1822, onde Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) é um explorador que, junto com seu grupo, ganha dinheiro caçando e vendendo peles. Porém, ao ser atacado por um urso, é deixado para morrer por um membro de seu grupo de expedição, John Fitzgerald (Tom Hardy). Enfrentando condições inóspitas, Glass fará de tudo para vencer sua luta pela sobrevivência e realizar sua vingança.

Embora eu tenha visto esse filme há dois dias, não sei como tirá-lo da cabeça, muito menos como começar a escrever sobre ele. Então nada mais justo do que dizer: que filme! Uma obra-prima, que com certeza será difícil de esquecer - e superar. Independentemente do número de estatuetas que levará no Oscar, o longa certamente será comentado por muito tempo.


Como comentários iniciais, posso dizer que o filme retrata muito mais do que vingança. É a sede de vida, é a superação diária, é o sentimento humano sendo levado a extremos em cada cena e acontecimento. E o carro-chefe dessa emoção toda é Leonardo DiCaprio. Com diversos trabalhos excepcionais em sua carreira, eu pessoalmente achava difícil vê-lo atingir um patamar mais alto. Ainda bem que eu estava errada! Sua atuação, na maior parte do filme, é não-verbal, o que deixa explícito a competência do ator e os conflitos que seu personagem enfrentava no momento. Perdi a conta de quantas vezes prendi a minha respiração, ou fiquei com meus olhos cheios d'água por me sentir parte daquele ambiente, e acima de tudo, daquela luta.

Não posso desmerecer também o incrível Tom Hardy, que me levou à um nível de loucura - compreensível, por sinal - ao ser um personagem incrivelmente intenso, e ainda sim, humano. Um vilão muito bem construído, com seus motivos e ambições.

Visualmente, o filme já carrega o status de obra de arte sem muito esforço. Sendo filmado no Canadá, as cenas de pura contemplação dos rios, árvores, céu, neve, noite e dia me fizeram imergir em uma experiência quase lifechanging. Unindo os elementos únicos da fotografia, figurino, trilha sonora e montagem, temos um trabalho belíssimo que podemos simplesmente admirar durante seus 156 minutos de duração.


Mas quem tornou tudo isso possível foi, sem sombra de dúvida, o impecável diretor Alejandro G. Iñárritu. Ressurgido das cinzas com seu trabalho premiado "Birdman", pouquíssimos achavam possível o diretor emplacar mais uma obra de unânime excelência logo no ano seguinte. Pois bem, eis que ele resolve nos surpreender com esse trabalho denso, profundo e de tirar o fôlego. Sua direção conta com diversos planos-sequência (outro ponto incrível), e o ritmo diferente, cheio de picos de emoção e momentos de contemplação, traz uma carga enorme de questionamentos sobre vingança e a luta pela sobrevivência. 

Acho válido citar que o filme não trata os índios norte-americanos e os exploradores como exclusivamente vilões e heróis, ou vice-versa. Assim como eles, somos todos membros de algo maior, sem o controle de tudo, movidos por sentimentos, ambições e além disso, o desejo de fazer de nossas vidas algo extraordinário. Vale a pena ver não só por uma experiência visual, mas como uma reflexão pessoal. Leo DiCaprio estava certo em dizer que assistir ao filme era uma experiência única!

Nota final: ★★★★★ (5/5)


Espero que tenham gostado do post! Já assistiram o filme? Se sim, o que acharam? Se ainda não viram, ficaram curiosos? Qual filme que está concorrendo ao Oscar que você está louco pra ver? Deixa aí nos comentários!