26/05/2014

Fall Out Boy: melhor noite da vida



Além das desculpas - básicas - que eu devo pra vocês por não aparecer aqui com tanta frequência, eu quero dizer que: ainda não tô recuperada de quarta-feira. Foi a noite mais maluca, insana, cansativa e principalmente, feliz da minha vida. E eu tô aqui pra contar tudo que aconteceu - senta que lá vem história!

Eu não sou fã do Fall Out Boy há tanto tempo quanto muita gente, mas meu carinho pela banda é imenso, então é claro que eu surtei quando soube que eles viriam pra cá no dia 21 de maio. Depois de alguma insistência, consegui convencer meu irmão a ir comigo, assim meus pais deixariam - e deixaram mesmo - e ainda seria um baita presente de aniversário. A felicidade não cabia em mim depois que minha mãe me mandou uma mensagem no meio da aula dizendo que comprou o ingresso e eu finalmente pude confirmar: eu vou mesmo vê-los. Além de tudo, foi o meu jeito de superar que eu não ia no Lolla (coisa que, ainda bem, mudou no dia anterior ao festival!).



Eu estava cada vez mais ansiosa e, por fim, chegou o dia. Eu tive prova de Matemática pra me "distrair", e estava planejando sair 18h de casa. Só que, por conta da minha demora pra me arrumar, do meu desespero e da greve de ônibus e metrô lerdo,  só saí uma hora mais tarde. Imagina a minha situação! Eu não conseguia nem comer de tão nervosa que tava, minha mãe achava que eu ia ter um troço, haha!

edição meio tosca só pra guardar o look, vai



Chegar até o Citibank Hall de metrô, trem e depois pegando um táxi (!!), por incrível que pareça, foi bem tranquilo. Quando eu fui entrar, meu coração parou: eu não sabia que ficaria tão perto do palco. Fiquei esperando com meu irmão e o show começou pontualmente. Nesse momento, eu esqueci de tudo: eu só sabia gritar. 


A banda abriu com The Phoenix, usando aquelas típicas máscaras cobrindo todo o rosto, e assim que eu vi, um misto de surpresa e incrível felicidade me invadiram. Eles tocaram mais três músicas, I Slept with Someone in Fall Out Boy and All I Got Was This Stupid Song Written About MeA Little Less Sixteen Candles, a Little More "Touch Me" e This Ain't a Scene, It's an Arms Race antes de interagirem com o público. O Pete, baixista, foi o porta-voz da banda, dizendo que estava muito feliz em poder tocar no Brasil depois de 8 anos, apresentou o guitarrista que substituiu o Joe - que inclusive era fluente em português, falava super bem! - e falou o nome da próxima música, Alone Together.

(hearts all over the stage)
achei aqui
Na 5ª música, eu já sentia minha garganta queimar e meu joelho doer, mas nem passou pela minha cabeça parar de cantar e curtir o show. Fazia tanto tempo que eu queria um momento assim, sabe? Onde eu esquecia qualquer um á minha volta e só aproveitava.

A setlist foi incrível, teve Drum Solo do Andy, versão acústica de I'm Like a Lawyer with the Way I'm Always Trying to Get You Off e Grand Theft Autumn/Where Is Your Boy e cover de Sepultura, banda que o Pete é apaixonado. As músicas que eu mais queria ouvir (Young Volcanoes, Dance, Dance e Save Rock and Roll) ficaram maravilhosas ao vivo, mas eu me surpreendi com I Don't Care e Death Valley, não dava pra negar que a energia era contagiante e indescritível. Eles foram super simpáticos, sempre agradecendo - em português ou inglês - e arriscando algumas palavras no nosso idioma. Foi tudo muito insano, tanto pra eles quanto pros fãs.


O que mais me deixa maluca quando vou a algum show é ver e ouvir aquilo que você só está acostumado a acompanhar pelo computador. Só quem está lá é quem sabe. Ver o sorriso do Patrick a cada vez que a gente não deixava ele cantar, o Pete dando a louca no palco, o Andy enlouquecendo atrás da bateria e o Ryland sendo muito simpático só fez com que eu saísse de lá mais apaixonada pela banda. Com certeza, uma noite pra ficar na memória - e no coração - por muito tempo.
Então é isso, gente! Espero que tenham gostado do post! E aí, já foram num show tão bom que vocês nem acreditavam que tinham ido? Haha, me contem!
Beijos,
Malu

05/05/2014

Maio me deseja um bom mês e um feliz aniversário

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Adoro maios!
Tá, acho que já esgotei minha cota de procrastinação do ano. Ou da vida, não sei dizer ao certo. Quando eu dizia que tinha que me "soltar" em alguns aspectos e me deixar um pouco mais aberta para novas situações, pessoas e histórias, parece que a porta ficou aberta e só a preguiça conseguiu passar por ela.

Mas como um novo dia sempre se inicia, mais um ciclo começou: maio chegou. Eu acho que esse mês promete muitas coisas boas, eu tenho um show pra ir (em duas semanas, meu Deeeeus!), vários filmes bons no cinema, que eu já vi ou verei quando estrear, e é claro, o meu aniversário, que é hoje <3

2008

Lembro quando eu era pequena e amava acrescentar um algarismo na minha idade porque eu achava que isso mudaria alguma coisa magicamente em mim. Agora, gosto de pensar que uma segunda chance se inicia: tudo aquilo que eu, por algum motivo, desisti no começo do ano, aparece com novas forças para que meus sonhos se tornem realidade. Afinal, pra que meu sonhos, como publicar um livro, viajar o mundo todo e ser reconhecida por algo que eu fiz com amor se realizem, só basta força de vontade. 

Eu estou pressentindo muitas coisas boas a respeito desse meu 14º ano de vida. Eu acredito que a magia do aniversário é justamente, uma vez ao ano, as pessoas mais queridas se reunirem para fazer do seu dia algo um pouquinho mais especial. Por que não usar todo esse carinho como motivação para esse novo ciclo?

Agradeço de coração a todos aqueles que dedicaram alguns minutinhos para me ligar, cumprimentar ou escrever um recadinho pra mim, seja no facebook ou no twitter. Estou muito feliz e irei fazer o possível pra realizar tudo aquilo que eu quero, e isso inclui estar presente cada vez mais no blog. Então, parabéns para mim!

Beijos,
Malu